O que estamos fazendo?

O propósito deste blog é servir de diário (na tentativa de reavivar aquela blogagem marota, raiz, sem qualquer pretensão) e de lugar para organizar o pensamento. Ando fraco no quesito de diário, sei, mas realmente é uma dificuldade a ser trabalhada. Quanto aos ensaios, tem muita coisa que quero escrever, mas também é complicado: primeiro, preciso condensar essa nuvem tempestuosa em algo tangível e, depois, ilustrar, ornar e discutir adequadamente.

Enfim, a seção Axiomas & Conclusões deveria ser/será onde eu vou resumir as proposições a que chegar. Adianto: não necessariamente são verdades no sentido ontológico, mas coisas que acho necessário seguir se quisermos uma vida/ambiente/sociedade (a meu ver) minimamente saudáveis.

Embora seja químico, meus interesses são muitos: idiomas, política, ética, epistemologia, literatura, história das religiões, esoterismo e alquimia… Dentre essas, a mais urgente e que mais me perturba é a epistemologia. Compreensivelmente, um cientista fica agoniado se sequer cogita a possibilidade de o conhecimento não ser possível. Vejam, eu sou mais de 8000% construtivista-kantiano (o que vou explicar no futuro com calma). Após isso, nós vamos gastar um tempo elaborando esse construtivismo em um método de análise fenomenológico e, depois, um exemplo aplicado à história. Assim que isso estiver estabelecido, quero dar uma sobrevoada em alguns tópicos de política que me aborrecem.

Há mais, claro: quero defender que a melhor estória é aquela em que nada acontece, que ancaps são comunistas imaturos, quero revisitar a lei da mola do Pirula (que vai ser muito útil para pensar algumas coisas), quero criticar esse arremedo de medicina que temos… Depois de tudo isso eu talvez esteja menos desgraçado da cabeça e volte a falar de amenidades. A idéia é realmente expôr o dogma (e é dogma, sim, depois explico) pelo qual vivo e, quem sabe, o melhorar.

Tem um spoiler que eu quero dar logo para poder incluir um subtítulo ao blog (que já deves estar vendo). O ponto é que não se chega a conhecimento correto, perfeito, eterno, concreto e completo. Vou usar algumas analogias como a verdade de FMA (excelentíssimo mangá, por sinal, deveria ser leitura obrigatória dos currículos decentes) e a caverna do titio Arístocles (meio que me reconciliei com ele, embora ainda discorde).

Enquanto minha vida fica nesse vai-não-vai de universidades, vai ser complicado eu ter tempo para qualquer coisa, mas fica, vai ter bolo! O que vai vir é bastante interessante e legal de discutir, são coisas que mui me intrigam. Até!

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